" Caralho! Nem sei o que fazer! Tem um negócio de patrono leve e rosa, asa quebrada, espirra as armas e acho que fudeu tudo."
O viajante foi parar num futuro muito distante, após a invasão extraterrestre, onde os humanos foram escravizados e a escola dos bruxos virara atração turística.
O que realmente aconteceu é que os ETs atacaram a escola e aí, num último recurso, ela foi meio que camuflada numa floresta ecológica, onde o acesso era uma estradinha sinuosa e esburacada, no meio de uma montanha cujas paredes guardavam portas escondidas que levavam a corredores com caminhos para diversos pontos do castelo.
Diz a lenda que os fantasmas dos antigos diretores voltaram, na ocasião, e fizeram esse esconderijo - mas isso ninguém tinha certeza.
Depois de um tempo, os ETs ficaram de saco cheio da população idiocrática e foram embora, surgindo a ideia de recuperar o local.
Boa parte do castelo foi mapeada, mas havia um caminho, que poucos conheciam, que levava a uma torre onde foram guardados todos os livros com as informações sigilosas dos diretores.
A ideia era recuperar esse livro, para tentar resolver a imbecilidade dominante no mundo.
E foi aí que o viajante chegou e entrou nessa roubada com mais dois bruxos locais.
Para começar, chegaram em frente a uma cascata muito bonita. Os companheiros, mais experientes, falaram algumas palavras mágicas do tipo "abretevilasesamo" (ele achou que ia aparecer o Garibaldo, mas não aconteceu) e entraram. Uma escadaria os esperavam e subiram até onde foi possível. O problema é que ela acabava numa parede e eles julgaram tratar-se de mais um truque.
Usaram uns feitiços do tipo "martelus predreirus" e surgiu uma abertura na parede. Olharam, identificaram a continuação da escada e subiram.
Finalmente chegaram no aposento bruxo que queriam e aí o viajante sumiu e irá surgir em algum outro lugar...
" Puta merda! Tanto trabalho e fui sumir justamente na hora de saber o que havia na tal sala..."
Boa noite! Eu sou o Narrador!