domingo, 26 de julho de 2026

Lá pelas Três Fronteiras

Em 2013 eu estive em Foz do Iguaçu, participando de uma excursão. Fiz o básico muito melhorado, aproveitando um dia que o ônibus levou a turma para compras no Paraguai, onde fiz um City Tour e um passeio de catamarã.

Minha filha demonstrou um interesse, particularmente para ver um quati ao vivo, e resolvi sair dos passeios de férias, baseados em coisas exclusivas para as crianças, e programei a viagem.

Avião foi a solução e nisso a ANAC ajudou: a criança vai ao lado do adulto e nem pensar em pagar uma fortuna por assentos. Ah! 60+ também tem suas vantagens.

Hotel em Foz, lógico que em frente a um shopping (se você pensou que fui jantar no Rafain ou em restaurantes de pratos típicos você errou); entrada nas Cataratas de manhã usando o preferencial 60+; AquaFoz depois do almoço; término no Parque das Aves. Isso tudo até umas três da tarde, retornou ao hotel e shopping à noite. 

Dia seguinte, almoço no shopping e tarde no Marco das Três Fronteiras e roda gigante na sequência.

Volta ao hotel, mais shopping à noite, dia seguinte São Paulo (isso eu conto outro dia).

Aí perguntei qual passeio foi melhor. A resposta foi óbvia: "O shopping" 

Pois é...


Boa Noite. Eu sou o Narrador! 

domingo, 12 de julho de 2026

A Ilha

Depois de incorporar um estudante de medicina que não ia as aulas, não pagava a mensalidade e tals, procurar um emprego com um Uno que foi roubado e recuperado por um bandido chamado Capone, ele ainda foi parar num futuro cheio de gelo onde andou num carro de brinquedo, foi parar numa delegacia depois que deslizou com outro carro, só que velho.

A dificuldade de transporte e localização tem sido uma constante e, depois dessa confusão, pegou um táxi que era uma confeitaria ambulante.

Nada dava certo e resolveu sair de ônibus com uma excursão.

A coisa foi muito doida, claro, mas viajar na oitava dimensão sempre foi confuso.

Foi parar numa ilha. Lá havia um resort, "all inclusive", muitas pessoas com várias demandas. Alguns descansavam, outros passeavam e até uma festa de aniversário chique estava para acontecer.

Quando veio a notícia: a invasão extraterrestre começara. Por sorte eram os Vogons e não os Borgs, mas a frase era a mesma: "Resistir é inútil".

O viajante nem se incomodou: chegou na ilha, tinha um bom alojamento, a quantidade de mantimentos era enorme e muita gente resolveu se mandar. Muitas lanchas chegaram, uma bagunça danada, mas o melhor era arrumar uma entrada para a tal festa que iria rolar.

Dessa vez ele se deu bem!

Boa tarde! Eu sou o Narrador! 

sexta-feira, 10 de julho de 2026

A Bolsa Amarela

A literatura brasileira é repleta de boas produções. Da mesma forma, o mundo está repleto de pessoas que nem imaginam o que é uma boa produção literária.

A Internet, os celulares e outras mídias, transformaram os livros em resenhas e as pessoas acreditam que o conteúdo de cada obra possa ser avaliado no CHAT GPT ou no Google.

Há uns dois meses, num colégio militar do Distrito Federal, uma treta com o livro "A Bolsa Amarela" de Lygia Bojunga chamou a minha atenção. Pelo que li, os pais acharam que o conteúdo do livro era inadequado porque abordaria temas relacionados à identidade de gênero para crianças de aproximadamente 9 anos. 

Ah! Vamos combinar né! Foi a mesma coisa com o filme das Guerreiras do K-Pop .

Como eu gosto de uma treta, comprei o livro e fui ler. Afinal das contas,  minha filha está no quarto ano, gosta de livros, quem sabe seria uma boa ela ler porque, obviamente, os pais das crianças lá do Distrito Federal não se deram ao trabalho e só falaram merda besteira mesmo.

O livro é excelente. Fácil leitura, umas ilustrações legais e o tema é maravilhoso.

Vale a pena conferir.

Quanto aos pais lá do tal colégio... Quer saber... Não vou dizer nada não (mas pensei!)😀

Boa noite! Eu sou o Narrador!