Nos últimos dias, minha distração foi acompanhar o Festival Junior Eurovision e, particularmente, uma cantora mirim chamada Violamarie.
Assídua participante de flashmobs, com artistas consagrados nessa arte, foi a escolhida para representar San Marino nesse festival.
Foram vários concorrente talentosos e apresentações repletas de efeitos e coreografias, nem sempre com músicas tão boas assim.
Violamarie se apresentou sozinha e descalça. A música é bonita, a letra possuí muito significado e ela interpretou com maestria e graça.
Na final, ontem, foi a quarta colocada no concurso. Os critérios de escolha são obscuros e não levaram em consideração o brilhantismo e sim o tamanho da torcida que votou pela Internet.
Vamos entender que a música vencedora veio de um país com cem vezes mais habitantes do que San Marino.
Abaixo deixo o vídeo.
Para acompanhar o perfil de Violamarie - @violamarie_littlesinger clique aqui
Quando Neil Armstrong, em 20 de julho de 1969, durante a missão Apollo 11 da NASA, pisou na lua todos pensaram que fora o primeiro a fazer isso.
Na mesma época, Antonio Adolfo escrevia e lançava "Voo da Apolo" com a banda "Brazuca"
O que não contaram é que já tinha gente lá, há muito tempo, preparando a chegada deles.
Foram anos de preparação e treinamento e foi justo nessa roubada que nosso viajante caiu: a oitava dimensão jogou o coitado nessa empreitada.
O grande problema na lua era respirar, sem contar a gravidade diferente, uma poeirada danada, os meteoritos caindo na cabeça das pessoas... coisas desse gênero.
Iniciaram treinando mergulho: tinham que mergulhar num tanque enorme, com decoração de navio naufragado e sair vivo do outro lado. Muitos treinaram e ficaram no caminho: os poucos que sobraram ficaram com a missão.
Ah! Os que ficaram no caminho ficaram mesmo porque seus corpos nunca foram retirados e isso gerou um engarrafamento de gente morta e putrefata impressionante que é melhor mudar de assunto.
A fase seguinte era respirar na lua. Isso não tinha jeito. Qualquer um que saísse da base lunar (ah! havia uma base) sem roupa adequada, virava Arnold Schwarzenegger no filme "Vingador do Futuro" naquela cena em Marte... Ah! Vai lá ver o filme....
Aí veio a solução: inserir um dispositivo, semelhante a uma guelra, no pescoço que filtraria a poeirada e manteria a oxigenação das pessoas.
Dito e feito, o viajante passou por essa encrenca. Na hora de testar ele achou o máximo e isso coincidiu com a chegada do módulo lunar da Apolo 11.
Aí ele não perdeu a chance, sacou o celular e tirou uma foto. Nisso veio um meteorito e ele foi jogado longe em outro lugar e até agora não apareceu.
O celular ficou para trás, Neil Armstrong achou e a foto foi enviada para a Nasa. Aproveitou a estranha máquina fotográfica e fez mais algumas fotos também.
E olha lá o viajante aparecendo refletido no capacete do astronauta! Pois é...