Outro dia eu descobri que 2024 era bissexto. Os anteriores, 2016 e 2020, nitidamente foram complicados (traduzindo: tentaram me fuder, mas acabei superando... 2024 também).
Depois de tanta encrenca, 2025 andou, cansou, superou mais uma vez e aí resolvi tirar férias mais significativas que das outras vezes.
Durante o ano fiz a programação: muitos turno extras que guardei para compensar antes do habitual recesso de final de ano, aproveitando num hotel fazenda com minha filha. Claro que não foi tão simples, tinha muita gente me telefonando, enchendo o saco, querendo que eu resolvesse problemas que eu não criei, mas valeu.
Na volta, um plantão (bom... férias mais significativas significam parar a função de diarista, mas ninguém disse que isso incluía plantão... no máximo fiz uma troca pelo plantão de Ano Novo... mas vocês não estão prontos para entender isso) e, no dia seguinte, o novo caminho de final de ano (tem lá uns textos sobre isso) até a cada do meu pai.
Na volta, ainda fiz uma diária em Osasco para visitar minha filha mais velha e apresentar a mais nova; depois Curitiba e finalmente voltamos pra casa.
Mais dois dias, inventário do período sem manutenção: bebedouros das cachorras precisando de limpeza, banheiro das cachorras precisando de limpeza (inclui jardim e áreas cimentadas), muitas roupas precisando de lavadora, chão da casa precisando de vassoura e pano... foda!
Filha foi passar dias com a mãe... quarto de filha necessitando de força tarefa para arrumar.
Quer saber? Foda-se! Só ano que vem!!!
Boa noite! Eu sou o Narrador!

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