segunda-feira, 30 de março de 2026

Com os Bruxos

" Caralho! Nem sei o que fazer! Tem um negócio de patrono leve e rosa, asa quebrada, espirra as armas e acho que fudeu tudo."

O viajante foi parar num futuro muito distante, após a invasão extraterrestre, onde os humanos foram escravizados e a escola dos bruxos virara atração turística.

O que realmente aconteceu é que os ETs atacaram a escola e aí, num último recurso, ela foi meio que camuflada numa floresta ecológica, onde o acesso era uma estradinha sinuosa e esburacada, no meio de uma montanha cujas paredes guardavam portas escondidas que levavam a corredores com caminhos para  diversos pontos do castelo.

Diz a lenda que os fantasmas dos antigos diretores voltaram, na ocasião, e fizeram esse esconderijo - mas isso ninguém tinha certeza. 

Depois de um tempo, os ETs ficaram de saco cheio da população idiocrática e foram embora, surgindo a ideia de recuperar o local.

Boa parte do castelo foi mapeada, mas havia um caminho, que poucos conheciam, que levava a uma torre onde foram guardados todos os livros com as informações sigilosas dos diretores. 

A ideia era recuperar esse livro, para tentar resolver a imbecilidade dominante no mundo.

E foi aí que o viajante chegou e entrou nessa roubada com mais dois bruxos locais.

Para começar, chegaram em frente a uma cascata muito bonita. Os companheiros, mais experientes, falaram algumas palavras mágicas do tipo "abretevilasesamo" (ele achou que ia aparecer o Garibaldo, mas não aconteceu) e entraram. Uma escadaria os esperavam e subiram até onde foi possível. O problema é que ela acabava numa parede e eles julgaram tratar-se de mais um truque.

Usaram uns feitiços do tipo "martelus predreirus" e surgiu uma abertura na parede. Olharam, identificaram a continuação da escada e subiram.

Finalmente chegaram no aposento bruxo que queriam e aí o viajante sumiu e irá surgir em algum outro lugar... 

" Puta merda! Tanto trabalho e fui sumir justamente na hora de saber o que havia na tal sala..."  

Boa noite! Eu sou o Narrador! 

quinta-feira, 26 de março de 2026

Como eu faço?

A ideia de dinheiro rápido e fácil, longe de plantões com remunerações pífias, transformou a Internet num palco de informações equivocadas e de origem muito discutível.

Lá nos "antigamente", não havia facilidade para obtenção de informação médica de qualidade e os congressos eram a melhor fonte para tal. Tudo bem analógico, com slides fotográficos, sem computador ou outro tipo de recurso. As revistas (em papel) também eram boas fontes, assim como as bibliotecas com seus aparelhos de microfilmagem.

Uma das coisas que eu gostava era o tema "Como eu faço".

Como uma mesa redonda, os médicos eram apresentados a uma situação qualquer e eles contavam suas condutas. Nem sempre eram tão corretas assim, mas ao menos era uma referência para estudar. 

Naquele tempo não havia o mercantilismo da informação médica da forma como é hoje em dia.

Independente disso tudo, nem pagando você consegue melhorar a qualidade do atendimento médico --> os sujeitos da Internet são um grande perigo. 

Melhor colocar as barbas de molho...


 Boa noite! Eu sou o Narrador! 

 

segunda-feira, 16 de março de 2026

Guerreiras do K-Pop

Uma das melhores maneiras de divulgar alguma coisa é falando mal dela ("falem mal, mas falem de mim") e, assim, fui ver (por aqui falam "assistir") o filme das "HUNTR/X".

O filme é muito bom, fala de superação, auto-estima, lutar contra seus medos e demônios, mas os ditos "protetores" das crianças da Internet, em seus tribunais técnicos (que de técnicos não têm nada), provavelmente viram cinco minutos do filme, encontraram "terríveis" demônios, ouviram duas frases de qualquer música e já transformaram o filme no "labubu" do cinema (se você nunca ouviu falar no "labubu", veja no Google).

De nada adiantou a tentativa de "lacração" dos pseudo intelectualóides: o filme e a música principal (Golden) ganharam todos os prêmios que podiam, incluindo Music Awards e Golden Globe.

A música, por sua vez, foi cantada a todo pulmão pelo mundo afora e fez muito sucesso com a criançada.  

No seu discurso no Golden Globe " Ejae, a artista, falou sobre como usou a música para lidar com a rejeição, e transformou em motivação. "

Agora, como fica a censura da Internet? Chupando, né... Veio o Oscar!

Pois é... 

Boa noite! Eu sou o Narrador